Archive for Setembro, 2009

Boys for Lunch!

Setembro 29, 2009

jennifersbody

Receita de bolo pra um filme de terror típico: um monstro, aberração ou demônio + facas, foices, serras elétricas, tesouras e afins +  adolescentes, sempre muito burros, dae morrem primeiro as meninas que nunca aguentam correr, só sabem gritar, na maioria são loiras com peitão e quase nada de cérebro.

Agora imagine um filme, onde o “monstro” é a Megan Fox, que foi sacrificada injustamente pela banda do personagem de Adam Brody, que faz um pacto com diabo para conseguir lançar um CD.(que dificuldade, não?)  Então, ela acaba sendo possuída por um demônio, uma vez que não era virgem como pensavam, e acaba tendo que se alimentar de sangue humano, então decide matar garotos para se satisfazer. Uma ótima escolha, não acham?

O filme tá super comentado por diversas razões, primeiro por ser o mais novo trabalho de Diablo Cody, pra quem não sabe ela ganhou o Oscar pelo roreito de Juno. Seguindo porque Jennifer além de comer garotos, literalmente, nada pelada no rio gelado e ainda dá uns pega n’as amiga. Há pouco tempo atrás Megan Fox comentou que poderia talvez ficar com meninas. A louca disse em entrevista que só pegaria uma mulher que nunca tivesse se relacionado com homens antes.Alguém pode explicar?Ninguém entendeu também.  Pois é, dae tem a cena do beijo entre ela e a Amanda Seyfried (isso mesmo, a loirinha chatinha que fez Mamma Mia). A cena já tá disponpivel no Youtube pra quem quiser uma prévia.

“Não tenho nenhum problema quanto a ser bissexual, mas, ao mesmo tempo, sou um pouco hipócrita. Não me relacionaria com uma menina que tenha dormido com homens. Ir para a cama com eles é uma coisa tão suja, que ficaria com nojo”

O filme estréia aqui no Brasil dia 23 de outubro mas com certeza já tem pra baixar na internet, eu nem tive o trabalho de procurar pra não ficar tentada, quero ter o prazer de ver esse filme no cinema.

Só uma coisa, poderia ter uma sessão só pra meninas né, não é querendo segmentar não, mas tenho certeza que 90% da primeira leva que for assistir esse filme vai ser composta de nerds. só um comentário. hehe

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Quando o preconceito fala mais alto que o dinheiro

Setembro 28, 2009

Achei justíssimo postar na integra um texto da Laura Barcelar, onde ela questiona as grandes marcas por não investirem ainda no público lgbt. Onde estão esses publicitários e planners fodões dessas agências que não pensaram nisso ainda? #fail

Vi o texto no Dykerama.

“Eu sou uma mulher branca de classe média, curso superior completo, casa e automóvel próprios, profissional autônoma, moradora de um bairro razoável em São Paulo, quase cinquenta anos. Recebo em casa, pelo telefone, por email, em folhetos, pelo celular ofertas e anúncios os mais variados, de forma constante e insistente.
Bancos e cartões de crédito e fornecedores de internet concorrentes dos que já sou cliente, imobiliárias onde procurei uma sala anos atrás, concessionárias onde pedi informações, supermercados onde vou, restaurantes que entregam na minha região, lojas de roupa onde já comprei e toda sorte de negócios com que entro em contato direto ou através de listagens me procuram querendo que eu consuma seus produtos ou serviços.
Em anos e anos desse assédio, nenhum deles jamais falou comigo como lésbica, que eu sou.

Acho isso impressionante. No burburinho da concorrência, da necessidade de fazer negócios e atrair novos clientes, ninguém pensa nunca em dirigir-se ao segmento nada pequeno – 10% da população! – de homossexuais existentes em todos os locais e culturas e nichos. Como eu, esses milhões de gays e lésbicas espalhados pelo país são já consumidores de uma infinidade de produtos, mas ninguém nos vê nem fala com conosco.

Por exemplo, entre a infinidade de cartões de crédito existentes, não há um único associado a uma causa lgbt. Eu não tenho assim razão para adquirir outro além dos que já tenho, nem trocá-los. Seria seis por meia dúzia, não valeria o esforço. A mesma coisa os bancos, não conheço um único que ofereça qualquer atrativo para correntistas homossexuais. Ao contrário, o Itaú, por exemplo, tem homofobia embutida no sistema porque sua previdência privada não aceita a indicação de uma pessoa do mesmo sexo que o contribuinte e que seja declarada companheira.

Dá para aguentar isso? Um banco vir me dizer que não aceita que eu tenha uma companheira? Banco do Brasil e Caixa Econômica são melhores porque internamente reconhecem uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo, estendendo benefícios aos companheiros de seus funcionários homossexuais. Lindo, mas e para os clientes? Nada, nenhum reles seguro de vida que dê desconto para casais do mesmo sexo ou poupança premiada ou qualquer coisa do gênero.

Mas não é só na área financeira que reina a falta de imaginação, é em todo lugar. As concessionárias estão loucas fazendo todo tipo de promoção para desovar carros, mas você já viu um folheto sequer que mostre duas mulheres ou dois homens sorridentes ao lado de um veículo 0 km? Pois é, eu também não. Uma concessionária que oferecesse veículos 4×4 ou picapes para mulheres e aceitasse financiar pela renda conjunta de duas iria faturar horrores, eles não sabem o que estão perdendo…

E lojas de lingerie e roupa íntima, alguém já pensou em como bem atender lésbicas e gays? Se eu quiser comprar algo interessante para minha companheira, vou ter que inventar uma história longa para não criar constrangimento na loja onde for, porque as atendentes sempre perguntam para quem é e tenho certeza de que não estão preparadas para ouvir a verdade. Nessas lojas vira e mexe eu ouço absurdos do tipo “seu marido vai adorar”… E uma marca é igual à outra em me ignorar como lésbica, jamais há fotos ou indicações que alguém notou que a população feminina não é apenas heterossexual.

Os exemplos se estendem ao infinito. Alguém já pensou em fazer uma casa de repouso inclusiva da diversidade? E uma casa de chá chiquérrima gls? Os fabricantes de roupas esportivas femininas olham as lésbicas como target? As lojas de ferramentas? Os fabricantes de calçados confortáveis?

Entre as 150 deliveries que me enchem de folhetos, alguma já pensou em arriscar nomes de pizza (ou sanduíches ou sushis) sugestivos, que cativassem um público atento a sentidos duplos como o gls?

Tudo pode ser oferecido com um olho atento para gays e lésbicas, mas produtos maiores – como imóveis – ou que envolvam mais sentimentos – como chocolates para presentes – têm um potencial enorme de se diferenciarem da concorrência caso estabeleçam uma comunicação minimamente eficiente conosco. É pura falta de imaginação não o fazerem, ou preconceito mesmo.

Pode ter certeza de que eu iria considerar com atenção triplicada as ofertas feitas por um negociante que me enxergasse e teria muita simpatia por uma marca que simpatizasse comigo.”

* Laura Bacellar é editora de livros responsável pela Editora Malaguetawww.editoramalagueta.com.br e autora do livro O mercado gls, com Franco Reinaudo (São Paulo, Ed. Ideia e Ação, 2008). Este artigo foi publicado originalmente na edição impressa da revista Meio & Mensagem.

Batwoman!

Setembro 18, 2009
Vai ahazar na balada-les com esse modelito!

Vai ahazar na balada-les com esse modelito!

Gente e eu nem sabia, a DC Comics lançou em junho nos EUA uma nova revista em quadrinhos que confirma rumores que circulam entre os nerds aficcionados da Batwoman: a  versão feminina do super-herói Batman – é lésbica. Sucesso demais né?

Greg Rucka,  que juntamente com  J.H. Williams é um dos autores da série confirma ao ao site especializado em quadrinhos, Comic Book Resources: “Sim, ela é lésbica. Ela também é ruiva” – como se isso fosse vantagem, haha.

A versão moderna da heroína apareceu pela primeira vez em junho de 2006 na edição 52 da revista Detective Comics. O artigo do jornal descrevia Kate Kane – a Batwoman – como uma “socialite lésbica à noite e uma combatente contra o crime mais tarde da noite”. Primeiro ela se joga na buatchi, depois da balada, de quebra vai combater o crime pra queimar umas calorias.

Bette Kayne – a Batgirl – também estará presente na nova revista, mas não dá mais detalhes sobre a relação entre a personagem e a Batwoman. Será que vai rolar um romance?rs

Aproveitando que vai ter FIQ-BH agora em outubro pra procurar essa serie né gente, pra quem não sabe,  é a feira internacional de quadrinhos, acontece no Palácio das Artes. Taí o site http://www.fiqbh.com.br/6fiq

Damn it!

Setembro 17, 2009

lily

é, eu não fui. vc foi?

”Uma vez, beijei gêmeas em San Diego. Estávamos no sofá, depois dançamos provocativamente e nos beijamos. Essa foi a única vez. Mas, sim, às vezes tenho sonhos lésbicos”, confessou a polêmica Lily Allen

e daí né? pffff

Dra Sapa

Setembro 16, 2009
Drª Sapa aka Drª Foster

Drª Sapa aka Drª Foster

Depois do final ridículo de The L Word, a vida continua, e Shane, errr quer dizer, Kate Moenning, assim como todas as outras atrizes  tem que seguir suas carreiras.

Mas do mesmo jeito que Pierce Brosnan vai ser o eterno James Bond (mesmo sabendo que Roger Moore estrelou mais filmes) a Kate vai ser sempre a Shane. Não tem como, foram 5 anos acompanhando o cotidiado desse grupo de amigas  na cidade de Los Angeles. E sem dúvida umas das personagens mais marcantes foi a Shane, na minha opinião nem tanto por sua beleza ou charme, mas muito mais por sua atitude e comportamento.

Dae, acaba daquele jeito horroroso e o que temos?  A Kate no melhor estilo Médica-sapa, com direito a crachazinho com foto da época de pegadora e relojão de caminhoneira. Agora, convenhamos, esse cabelo  não ficou legal, não pegou bem. Acho que na intenção de tirarem completamente esse esteriótipo de pegadora dela colocaram esse cabelinho de secretária bilíngue.

seu passado te condena!

seu passado te condena!

No mais vamos ver se esse seriado vai prestar, pra muitas, visualmente é o que vai interessar né. Aposto que vai ter muita gente sonhando aí em passar mal e ser atendida no PA pela Drª Foster, Miranda Foster. hahahaha

Apesar de ser uma cirurgiã, pelo piloto do projeto já dá pra ver que ela é uma médica rebelde e nervosinha, apesar desse cabelo. hehe

Será que ela vai ser ginecologista? Seria uma boa…rs

O seriado se chama Three Rivers e estréia dia 4 de outubro na CBS, no Brasil vai saber.

Shane style pra sempre, até de jaleco.

Shane style pra sempre, até de jaleco.

O poder do velcro

Setembro 15, 2009

até a Coca-Cola se rendeu.lol

Fofoca!

Setembro 14, 2009

Bateu, levou, sapatão safada!

Mais uma confirmação de que as lésbicas são todas iguais, não importa a idade, nem de onde vieram e muito menos o nível econômico. Ano passado fiquei muito chateada quando li no  tablóide National Enquirer e  em diversos sites de fofoca, que  Jodie Foster, meu exemplo de maturidade e fidelidade entre lésbicas, separou da esposa depois de 14/15 anos de relacionamento.

A danadinha no auge dos seus 45 anos, pulou a cerca e traiu a produtora de cinema  Cydney Bernard com uma tal de Cindy Mort, que conheceu quando filmava alguma coisa em 2006.

Foi chocante né, deixou um relacionamento de 14 anos com filhos e tudo mais pra correr atrás de um rabo de saia. E aí meninas o que aconteceu? É, tá no manual das lésbicas, todo lixo é reciclavel. A tal da Cindy Mort, no auge da sua lesbianice resolveu também entrar na onda e acabou de trocar a Jodie por uma ex. A ex da Cindy é Amanda Demme, promoter de uma boate inferninho em Hollywood, a mesma que foi a suposta namorada de Lindsey Lohan. Cindy teve uma recaída e não quis nem saber, largou a Jodie sem pensar duas vezes.

Viu Jodie, tomou do próprio veneno, agora tá em casa devastada, deitada em posição fetal mordendo um travesseiro. Foi trocada por uma ex sem cerimonia. Se o show business já é um troca-troca imagina o show business lésbico, todo mundo pega todo mundo. Vou te contar…

Evolution

Setembro 11, 2009

its evolution!

Dica da Lalah.

hehehe, quase todas passamos por isso.

http://www.darcomic.org/2009/06/23/identity/

Kiss kiss!

Setembro 9, 2009

great!

Gente! elas podem, mesmo não sendo verdade. Veja bem, não ficou feio, forçado e barango como as fotos das indianas  pra campanha da arezzo né?

saiu na globo.com

” Na entrevista, elas falam sobre a amizade. “Drew sempre traz uma energia positiva. Fomos para o México no Réveillon. Ela é uma das pessoas mais engraçadas que conheci”, diz Ellen. “Somos amigas de verdade”, completa Drew, que dirige o longa.

Ela conta como foi a experiência atrás das câmeras. “Eu não sou a chefe. Não queria ficar sentada nas arquibancadas como a diretora e buscava entender as experiências dos personagens”. Ela revela também que entregou seu primeiro roteiro para Steven Spielberg, seu padrinho, quando tinha 6 anos.

Drew afirma ainda que se sente melhor com o corpo. Lutei contra a minha imagem corporal durante anos. Eu costumava dizer a mim mesma que não podia usar roupas sem mangas ou alças. Agora estou mais confortável com as roupas do que nunca”. “